Área de atuação

Responsabilidade civil: reparação de danos com fundamento técnico, não com promessas

A análise de viabilidade vem antes do processo, e ela é honesta mesmo quando a resposta é não.

João Eugenio Oliveira, advogado, em retrato profissional

Abertura

Nem todo prejuízo gera indenização, mas todo prejuízo merece análise

O que o escritório entrega em responsabilidade civil é uma leitura técnica e honesta sobre a viabilidade da reparação. Essa leitura vem antes de qualquer processo, e é ela que separa um caso que se sustenta em prova de um caso que só se sustenta em indignação.

A atuação abrange danos materiais e morais decorrentes de falhas de serviço, negativação indevida, acidentes de trânsito e erro médico, e, com destaque, danos ao patrimônio imobiliário: obra vizinha que causa rachaduras, vazamentos, construções irregulares e prejuízos à posse e à propriedade.

Entender os caminhos jurídicos para o seu caso

Situações atendidas

Quando a indenização é juridicamente viável

Danos ao patrimônio e a imóveis

Obra vizinha que abre rachaduras, vazamento que compromete a estrutura, construção irregular que desvaloriza o bem. É o encontro entre reparação de danos e direito imobiliário.

Prova pericial da origem do dano Danos emergentes e desvalorização do imóvel Responsabilidade da construtora e do condomínio

Negativação indevida

Inscrição sem dívida válida e falhas de bancos e empresas.

Acidentes de trânsito

Danos materiais, morais e lucros cessantes.

Erro médico

Falha na prestação de serviço de saúde, com base no prontuário.

Falhas de serviço

Descumprimento contratual com prejuízo material comprovável.

Profundidade técnica

O que precisa ser provado: dano, conduta e nexo

A pergunta que decide um caso de indenização não é quanto se recebe. É se ele se sustenta em prova.

Um pedido de reparação se apoia em três elementos que precisam existir ao mesmo tempo. Quando um deles falha, o caso não se sustenta por melhor que seja a redação da petição. É por isso que a análise documental vem antes, e não depois, de expor o cliente a um processo.

  • O dano

    O prejuízo concreto, material ou moral, que precisa ser demonstrado e dimensionado com documento, não com estimativa.

  • A conduta

    A ação ou omissão de quem causou o dano. Em alguns casos exige prova de culpa; em outros, a responsabilidade é objetiva e independe dela.

  • O nexo causal

    A ligação entre a conduta e o dano. É o elo que mais se perde na prática, e o que a perícia costuma decidir.

  • O prazo

    A pretensão de reparação civil prescreve, em regra, em três anos. Caso antigo pede verificação de prazo antes de qualquer medida.

Posicionamento

Por que este escritório não promete valores

Indenização não tem tabela. O valor de um dano moral é fixado pelo juiz caso a caso, considerando a extensão do dano, a repercussão e as circunstâncias concretas. Quem anuncia cifra antes de ler um documento está vendendo expectativa, e expectativa mal calibrada é o que faz o cliente sair frustrado de um processo que até correu bem.

  • Antes: análise de viabilidade

    O caso é lido contra o tripé dano, conduta e nexo, e o cenário é apresentado como ele é, inclusive quando a conclusão é não processar.

  • Durante: prova em vez de adjetivo

    O trabalho se concentra em documentar o prejuízo, porque é o conjunto probatório que sustenta o pedido.

  • Sempre: nenhuma promessa de desfecho

    O Provimento 205/2021 da OAB veda promessa de resultado. Aqui isso não é obstáculo de marketing: é o mesmo critério técnico que orienta o caso.

O método

Como o escritório conduz um pedido de reparação

  1. Análise de viabilidade

    Os documentos são lidos contra o tripé dano, conduta e nexo, e o prazo de prescrição é verificado antes de qualquer coisa.

  2. Organização da prova

    Laudos, orçamentos, notas fiscais, prontuário, extratos e comprovantes de renda são reunidos e organizados antes de expor o caso a uma perícia.

  3. Acordo ou ação judicial

    Com o conjunto probatório na mesa, define-se entre a via extrajudicial e a judicial, com o cenário de cada caminho explicado.

  4. Condução e prestação de contas

    Quem conduz é o mesmo advogado que analisou o caso, e cada movimentação relevante chega em linguagem que se entende.

Solicitar análise do caso

Para a primeira leitura ajuda ter em mãos o que documenta o prejuízo: laudos, orçamentos, notas fiscais, extratos ou o prontuário, conforme o caso.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre indenização

Ver todas as perguntas
A obra do vizinho causou rachaduras na minha casa. Quem paga o conserto?

Em regra responde quem executou a obra, e a construtora responde independentemente de culpa pelos danos causados a vizinhos. A disputa costuma se concentrar no nexo causal, resolvido por perícia. Registre as rachaduras com fotos datadas, notifique formalmente o responsável e preserve orçamentos de reparo.

Meu nome foi negativado indevidamente. Tenho direito a indenização?

Em regra, sim. A negativação sem dívida válida configura dano moral presumido, além do direito à exclusão do apontamento. Há uma exceção relevante: pela Súmula 385 do STJ, quem já tem negativação legítima anterior não recebe indenização, embora possa exigir a retirada da inscrição indevida.

Fui prejudicado por erro médico. Como provar?

A prova central é o prontuário completo, que o paciente tem direito de obter, somado a laudos, exames e à perícia judicial. A responsabilidade do médico depende de demonstrar imprudência, negligência ou imperícia, enquanto a de hospitais e planos é, em regra, objetiva quanto a falhas do serviço.

Sofri acidente de trânsito. O que posso cobrar?

Do causador: conserto ou valor do veículo, despesas médicas, lucros cessantes pelo que se deixou de ganhar, danos morais em caso de lesão e pensão em situações graves. O seguro obrigatório pode incidir. A dificuldade prática está na prova do nexo e na quantificação dos lucros cessantes.

Quanto tempo tenho para pedir indenização?

A pretensão de reparação civil prescreve em três anos, contados em regra da data em que o dano foi conhecido. Relações de consumo e situações específicas seguem prazos próprios, e há hipóteses em que a contagem começa mais tarde. Por isso a verificação de prazo é o primeiro passo de qualquer análise.

Vale a pena aceitar o acordo que a empresa ofereceu?

Depende do que o acordo cobre e do que ele encerra. Termos de quitação costumam extinguir o direito de discutir o mesmo fato depois, inclusive danos que ainda não apareceram. Antes de assinar, vale confrontar a proposta com o prejuízo documentado e com o alcance da quitação.

Primeiro passo

Envie o que documenta o prejuízo

Laudos, orçamentos, notas fiscais, extratos ou prontuário. É a leitura desses documentos que indica se o caso se sustenta.

Chamar no WhatsApp

Torre Pietra, Av. Ayrton Senna da Silva, 500, Sala 1903
Londrina/PR

(43) 3024-3534

Como chegar

Laudo, orçamento, nota fiscal ou extrato. PDF, JPG ou PNG.

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